domingo, 12 de abril de 2015

"A ORAÇÃO QUE É RESPONDIDA"


II Crônicas 20:2-3

 No geral, só nos entregamos à prática da oração ou ao jejum quando estamos em apuros e em situações conflitantes. Mas o que determina e garante a resposta e o resultado do jejum não poderá ser tal situação de apuro e conflito, mas o modo e o estado de nosso coração quando recorremos a estes meios da graça. Portanto, o rei Josafá orou com o povo de Israel e de imediato o Senhor respondeu. Por que esta oração foi atendida de forma tão rápida? Bem, há 3 razões prontidão do Senhor em responder a “oração de Josafá”; razões as quais servem de modelo para nós hoje.
1.     A oração respondida porque louvou ao Senhor: o rei Josafá começou sua oração assim: “Ah! Senhor, Deus de nossos pais, porventura, não és tu Deus nos céus? Pois tu és dominador sobre todos os reinos das gentes, e na tua mão há força e poder, e não há quem te possa resistir...” (II Cronicas 20:6-8). Portanto, eis aí a forma correta: louvaram o poder soberano e a fidelidade soberana do Senhor, Único Deus.
2.     A oração foi respondida porque havia esperança: a lógica nos diz que não podemos esperar o que se vê; assim, a esperança fala de coisas futuras, coisas que foram prometidas por Deus. Portanto, Josafá orou: “Se algum mal nos sobrevir; espada, juízo, peste ou fome; nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti; pois teu nome está nesta casa; e nos ouvirás e livrarás” (II Cronicas 20:9). Aqui, há esperança de que o Senhor nos livrará das adversidades quando o invocarmos em sua casa, pois ela (e nós) leva Seu Nome.

3.     A oração foi respondida porque havia humildade: depois que o rei contou em oração a sua (e do povo) necessidade ( II Cronicas 20:10-11), finalizou com estas palavras de humildade: “... porque em nós não há força...” (II Cronicas 20:12). Portanto, nunca devemos iniciar uma oração falando de nossas necessidades, mas louvando a Deus e demonstrando esperança em suas promessas.

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Marcelo Donisete